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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

COMUNIDADE QUILOMBOLAS "JATOBÁ" - PATU-RN


A chegada da água na comunidade Quilombolas do Jatobá fará parte do documentário a ser produzido pelo Banco Mundial

Projetos de combate à pobreza rural executados no Rio Grande do Norte pelo programa Desenvolvimento Solidário foram selecionados pelo Banco Mundial - Equipe Washington/USA, para participar da gravação de um vídeo sobre Iniciativas CDD-Comunity Driven Development ("desenvolvimento dirigido pelas comunidades") na integração de gênero no Nordeste do Brasil: estudo de caso.
A equipe do Banco Mundial chegou a Natal no dia 8 de agosto de 2011 para documentar projetos de empreendimento rural tocado por mulheres em áreas de assentamento e comunidade quilombola. A equipe fez uma visita de três dias, de 11 a 13/08/2011, a estes projetos, tido como bem sucedidos e executados pelo programa Desenvolvimento Solidário, voltado para o combate à pobreza rural. O documentário, informa Marisa Rodrigues, coordenadora de Projetos Especiais da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social-Sethas, terá foco na questão de gênero.



Foram documentados os projetos: Banda de Música - Filarmônica de São Tomé, que tem como regente a maestrina Paula Francinete, pioneira no Estado nessa atividade; o projeto produtivo de irrigação de hortaliças e fruteiras orgânicas, no município de Caraúbas, com a participação de mulheres da comunidade, e o projeto de abastecimento de água da localidade Negra do Jatobá, em Patu, onde o trabalho de busca pela água era uma tarefa destinada às mulheres.
O programa Desenvolvimento Solidário no Rio Grande do Norte está sob a gestão da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e de Assistência Social-Sethas. O secretário Luiz Eduardo Carneiro Costa ressalta que o programa é parte da política social do Governo Rosalba Ciarlini de reduzir a pobreza rural no estado do Rio Grande do Norte e promover o desenvolvimento local sustentado e integrado das comunidades rurais, representadas pelas associações comunitárias ou pelos conselhos municipais do projeto. O programa é financiado com recursos de um empréstimo contratado pelo Governo do Estado junto ao Banco Mundial.

Com a água as mulheres produzem hortaliças

a água mudou a vida dos moradores da comunidade Jatobá, principalmente as mulheres

Fonte e Fotos: Blog da Folha Patuense

QUILOMBOLAS


São os descendentes dos habitantes dos quilombos. Em sua maioria, formada por escravos negros que fugiram do cativeiro na época da escravidão no Brasil. Eles escapavam dos engenhos de cana-de-açúcar ou fazendas de café e se refugiavam nos quilombos, locais de resistência e proteção. Os antigos escravos formaram comunidades em torno destes núcleos e as comunidades hoje, mais de cem anos depois do fim da escravidão, recebem o nome de quilombolas, áreas de quilombolas ou territórios de quilombolas. No Estado do Rio Grande do Norte, de acordo com o INCRA tem 21 comunidades quilombolas:
1 - ACUÃ - POÇO BRANCO
2 - AROEIRA - PEDRO AVELINO
3 - ARROJADO - PORTALEGRE
4 - BOA VISTA DOS NETROS - PARELHAS
5 - BAIXA DO QUIMQUIM - TOUROS
6 - CAPOEIRA - MACAÍBA
7 - SIBAÚMA - TIBAU DO SUL
8 - MACAMBIRA - LAGOA NOVA
9 - SITIO MONTE MONTE VERDE - PARNAMIRIM
10 - SÍTIO GROSSOS= BOM JESUS
11 - SÍTIO PAVILHANO - BOM JESUS
12 - ENGENHO NOVO - PORTALEGRE
13 - SITIO LAJES - PORTALEGRE
14 - SÍTIO SOBRADO - PORTALEGRE
15 - GAMELEIRAS DE BAIXO - SÃO TOME
17 - PICADAS - IPANGUASSU
18 - NOVA DESCOBERTA - IELMO MARINHO
19 - ENGENHO NOVO - PORTALEGRE
20 - NEGROS DO RIACHO - CURRAIS NOVOS
21 - JATOBÁ - PATU

terça-feira, 29 de março de 2011

HISTÓRIA DOS QUILOMBOS

No período de escravidão no Brasil (séculos XVII e XVIII), os negros que conseguiam fugir se refugiavam com outros em igual situação em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nestas comunidades, eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade. Na época colonial, o Brasil chegou a ter centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas.

Na ocasião em que Pernambuco foi invadida pelos holandeses (1630), muitos dos senhores de engenho acabaram por abandonar suas terras. Este fato beneficiou a fuga de um grande número de escravos. Estes, após fugirem, buscaram abrigo no Quilombo dos Palmares, localizado em Alagoas.

Esse fato propiciou o crescimento do Quilombo dos Palmares. No ano de 1670, este já abrigava em torno de 50 mil escravos. Estes, também conhecidos como quilombolas, costumavam pegar alimentos às escondidas das plantações e dos engenhos existentes em regiões próximas; situação que incomodava os habitantes.

Esta situação fez com que os quilombolas fossem combatidos tanto pelos holandeses (primeiros a combatê-los) quanto pelo governo de Pernambuco, sendo que este último contou com os ser­viços do bandeirante Domingos Jorge Velho.

A luta contra os negros de Palmares durou por volta de cinco anos; contudo, apesar de todo o empenho e determinação dos negros chefiados porZumbi, eles, por fim, foram derrotados.

Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África e contribuindo para a formação da cultura afro-brasileira.

Comunidades quilombolas na atualidade

Muitos quilombos, por estarem em locais afastados, permaneceram ativos mesmo após a abolição da escravatura. Eles deram origens às atuais comunidades quilombolas. Existem atualmente cerca de 1.100 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Palmares. Grande parte destas

sábado, 19 de março de 2011

COMUNIDADES QUILOMBOLAS

Os quilombos não pertencem somente a nosso passado escravista. Tampouco se configuram como comunidades isoladas, no tempo e no espaço, sem qualquer participação em nossa estrutura social.

Ao contrário, as mais de 2 mil comunidades quilombolas espalhadas pelo território brasileiro mantêm-se vivas e atuantes, lutando pelo direito de propriedade de suas terras consagrado pela Constituição Federal desde 1988.

E é para divulgar informações sobre como vivem hoje as comunidades de descendentes de quilombos, quais seus maiores desafios e lutas, que a Comissão Pró-Índio de São Paulo criou este espaço.

Na construção desse sítio-eletrônico, deparamo-nos com informações bastante dispersas, pouco sistematizadas e que versam ainda sobre um pequeno número de comunidades, em geral, as mais conhecidas.


Ainda há muito trabalho a ser feito para que consigamos fornecer um quadro geral e abrangente a respeito das comunidades quilombolas brasileiras. Assim sendo, este espaço encontra-se em construção e contará com
constantes atualizações. FONTE: INTERNET

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